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sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Recifes de corais do Caribe estão desaparecendo

Conhecido pelas belezas naturais, o Caribe atrai milhares de turistas ano após ano. Mas o sonho de consumo de muitas pessoas mostrou números nada agradáveis em relação à sua biodiversidade. Segundo relatório divulgado esse mês pela IUCN, a cobertura de coral, que era de mais de 50% em 1970, caiu para 8% esse ano. Além disso, as taxas de declínio na maioria dos recifes não mostraram sinais de desaceleração.
Os corais existem há aproximadamente 250 milhões de anos. Já resistiram a vários abalos ambientais, como maremotos e atividades vulcânicas. Atualmente, tentam sobreviver à interferência do homem na natureza, que representa uma grande ameaça.
De acordo com diretor da Global Marine da IUCN e do Programa Polar, Carl Gustaf Lundin, as principais causas da redução dos corais estão na pesca excessiva, na poluição e nas doenças causadas pelo aumento das temperaturas resultantes da queima de combustíveis fósseis. “Olhando para frente, há uma necessidade urgente de se reduzir imediatamente e drasticamente todos os impactos humanos, já que os recifes de corais são vitalmente importantes e dependemos deles para sobreviver nas próximas décadas”, alertou o pesquisador.
Para a IUCN é preciso aplicar ações locais no intuito de melhorar a saúde dos corais, incluindo limites para a pesca por meio de cotas de captura, uma extensão de áreas marinhas protegidas (AMPs) e de estudos, e redução na dependência global dos combustíveis fósseis.
Os corais no Brasil
Uma das mais extraordinárias formações da natureza, os recifes de coral são privilégio dos mares tropicais e patrimônio de apenas cem países do mundo, dentre os quais, no Atlântico Sul, somente o Brasil.
Os corais recifais são encontrados em dois mil e quatrocentos quilômetros de extensão da costa brasileira. A fauna de corais do Brasil, apesar de pouco diversa, se comparada a outras regiões do mundo, apresenta espécies raras que só existem aqui, segundo o site da Faperj.
De acordo com os pesquisadores, a escassez de informação sobre a vida dos corais, aliada a atividades na costa brasileira, como o turismo, a exploração de petróleo e a contaminação da água por substâncias tóxicas, contribuem para a degeneração desses seres marinhos.

Até amanhã, amig@s!

Fonte: EcoD

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Garimpeiros masacraron a 80 indígenas de la comunidad yanomami en Amazonas

Caracas, 29 agosto 2012.- Un total de 80 indígenas de la comunidad yanomami que tenían asiento en el estado Amazonas fueron asesinados por garimpeiros, denunciaron ante la Fiscalía Superior de Puerto Ayacucho, integrantes de Horonami Organización Yanomami, informa El Nacional (DIANA LOZANO PERAFÁN).
80 indígenas de la comunidad yanomami que tenían asiento en el estado Amazonas fueron asesinados por garimpeiros. (Foto: Archivo Notitarde)
“La masacre ocurrió el 5 de julio y se tuvo noticia de lo ocurrido porque sobrevivieron tres hombres de la comunidad, que ese día habían salido muy temprano de cacería”, explicó Luis Sahpiwe, secretario ejecutivo de la organización.

La solicitud fue presentada ante el Ministerio Público y también de la sede de la Defensoría del Pueblo que están ubicadas en la capital del estado Amazonas.

En el escrito piden que se investigue lo sucedido, que las autoridades se trasladen al lugar de los hechos (la comunidad de Irotatheri, que está a varios días de viaje a pie desde el río Ocamo) y que el Estado active mecanismos binacionales con Brasil para desalojar a los garimpeiros de la zona y mantenga vigilado el sector.

“Según la información recibida, un grupo de garimpeiros brasileños llegaron a la comunidad de Irotatheri (de acuerdo con los testimonios de tres supervivientes que se encontraban de cacería) y procedieron, utilizando armas de fuego y explosivos. Los supervivientes de la comunidad que se encontraban en la selva escucharon los ruidos de disparos, explosivos e incluso el aterrizaje de un helicóptero en el cual habrían llegado los mineros”, se señala en el documento.

Sahpiwe aseguró que, de acuerdo con los testimonios de los supervivientes, el helicóptero sobrevoló muy cerca del shabono (especie de cabaña grande) en el que vivía la comunidad, y desde allí dispararon y procedieron a incendiar la estructura construida principalmente de paja.

“Miembros de la comunidad Hokomawe que iban de visita a la comunidad Irotatheri observaron el shabono quemado y los cuerpos calcinados, y se encontraron con los tres supervivientes”, se señala en la solicitud de investigación.

El secretario ejecutivo de Horonami Organización Yanomami explicó que, con base en el testimonio de los tres supervivientes, los tres indígenas que iban de visita y de un grupo de 14 personas que se trasladaron al sitio del suceso concurrieron a la 52° Brigada de Infantería de Selva y Guarnición Militar de Puerto Ayacucho, y el 21 de agosto una comisión se dirigió a las comunidades de los indígenas que fueron testigos del hecho.

“Esta nueva masacre ocurre justo cuando el año que viene se cumplen 20 años de la de Haximú, en la cual fueron asesinados por los garimpeiros 16 indígenas yanomami, en su mayoría mujeres, niños y ancianos”, se advierte en el documento presentado en la Fiscalía y la Defensoría.

“Esto es una masacre contra el pueblo yanomami”, aseveró Sahpiwe.

Até amanhã, amig@s
!
Fuente: lapatilla.com

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Ayres Britto Acata Pedido da AGU E Obras De Belo Monte São Retomadas



Em tempo recorde, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) decide pelo deferimento do pedido de liminar formulado pela Advocacia Geral da União (A
GU). A decisão suspende a determinação do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF 1) que mandava interromper as obras da usina hidrelétrica de Belo Monte até
que as comunidades indígenas afetadas fossem ouvidas pelo Congresso Nacional

Na noite desta segunda-feira (27), o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Carlos Ayres Britto, liberou a retomada das obras da hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA). Após receber vários setores do governo e nenhuma representação da sociedade civil, o ministro deferiu o pedido de liminar da Advocacia Geral da União (AGU) sobre a suspensão do acórdão da 5ª turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF 1), que, no último dia 14, estabeleceu a paralisação imediata das obras de Belo Monte para que as populações indígenas fossem ouvidas pelo Congresso Nacional (saiba mais).

O ministro entendeu que o TRF 1 teria desrespeitado uma decisão anterior do Supremo, quando a ministra Ellen Gracie, então presidente do STF, invalidou outra decisão do TRF contra Belo Monte, sob alegação de que qualquer atraso no cronograma da obra seria uma ameaça à economia nacional (saiba mais).

Com a decisão de Ayres Britto, foi a terceira vez que o STF teve nas mãos a oportunidade de entrar no mérito da questão – e não o fez. Diz o texto: “defiro a liminar para suspender os efeitos do acórdão proferido pela Quinta Turma do TRF da 1ª Região (...), o que faço sem prejuízo de uma mais detida análise quando do julgamento do mérito”. Assim, o presidente do STF protelou mais uma vez uma resposta concreta sobre o dever – ou não – de os parlamentares ouvirem as populações indígenas afetadas, como manda a Constituição Federal e a Convenção 169, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), antes de tomar qualquer decisão que afete essas comunidades.

Para Felício Pontes Jr, procurador do Ministério Público Federal do Pará (MPF-PA), é injusto que uma decisão de mérito de um tribunal possa ser suspensa por um voto simples de um magistrado. “Essa suspensão de segurança é um instrumento da época da ditadura e ainda é usada no Brasil. Nós temos vencido as ações, mas elas acabam suspensas por essas medidas”, diz.

Vale lembrar que no caso Terra Indígena Raposa-Serra do Sol, Ayres Britto tomou a mesma atitude antes de decidir pela retirada dos arrozeiros da área. A diferença, é que neste caso a liberação da obra significa retomar o impacto às populações atingidas sem ouvi-las e mesmo sem garantir o cumprimento de seus direitos. O risco é que quando o STF resolver julgar o mérito da ação, a obra já poderá estar concluída e nada mais poderá ser feito.

“Quando o mérito for julgado o fato [Belo Monte] já se tornou definitivo e o impacto às populações indígenas e ribeirinhas da Volta Grande do Xingu já terá se dado. Isso é tudo o que a gente quer evitar”, diz Felício Pontes Jr.

A ação ainda será julgada pelo plenário do Supremo. Mas até lá, a Procuradoria Geral da União deve ainda recorrer para que essa liminar concedida pelo ministro Ayres Britto também seja analisada pelo plenário. Ontem (27), a PGR já havia encaminhado um parecer ao STF, opinando pelo indeferimento da liminar da AGU (acompanhe o processo).

Obras a todo vapor

Diante da decisão favorável, a Norte Energia, que havia paralisado as obras de Belo Monte após receber a notificação do TRF 1 no dia 23/08, já retomou normalmente suas
atividades nos canteiros, segundo informação de sua assessoria. A empresa informou também que os investimentos previstos para o Plano Básico Ambiental (PBA), Projeto Básico Ambiental – Componente Indígena (PBA-CI) e para o Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu (PDRS Xingu) foram igualmente retomados.

Até amanhã, amig@s!

 Fonte: Sócio Ambiental

terça-feira, 14 de agosto de 2012

TRF da 1ª Região determina paralisação das obras da usina de Belo Monte

Em um julgamento histórico na noite dessa segunda-feira (13/8) a 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região determinou por unanimidade a paralisação das obras do complexo hidrelétrico de Belo Monte. A medida foi tomada pelo TRF ao julgar um recurso de embargo promovido pelo Ministério Público Federal (MPF). A multa prevista caso a determinação não seja cumprida é de R$ 500 mil por dia.
A decisão da 5ª Turma foi baseada no artigo 1º, item 2 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que determina uma consulta prévia aos principais atingidos pela obras: as comunidades indígenas, que vivem no local. Essa consulta deve ser realizada unicamente pelo Congresso Nacional, o que segundo o desembargador Souza Prudente, não ocorreu.
Para relator, ignorar usina de Belo Monte seria irresponsabilidade
Julgamento que pode interromper obras da Usina de Belo Monte é suspenso “O Congresso Nacional editou o decreto legislativo 788 de 2005 sem ouvir comunidades indígenas, como manda a OIT e o parágrafo 3 da constituição brasileira, autorizando o inicio das obras e ordenando que se fizesse um estudo póstumo”, explicou o desembargador. “No entanto, a Constituição não autoriza um estudo póstumo, mas sim, um estudo prévio. Por isso o licenciamento dado pelo Ibama é inválido”, completou.
O desembargador Souza Prudente ressaltou ainda que essa consulta aos índios é imprescindível em se tratando da construção de um complexo como esse. Além disso, a medida é apoiada no artigo 231 e parágrafos da constituição brasileira, que estabelece uma proteção especial para terras indígenas, suas histórias e costumes. “Os índios são seres humanos que têm os mesmo direitos de qualquer cidadão brasileiro. Além disso, as obras de Belo Monte colocam em risco o avatar da Cachoeira de 7 Quedas”, avalia o desembargador.



segunda-feira, 30 de julho de 2012

Ferro contra mudanças climáticas


Uma estratégia contra as mudanças climáticas pode vir, afinal, da geoengenharia. O planeta pode ficar menos quente se mais sulfato de ferro for jogado nos mares. A teoria, dada como morta após experimentos frustrados até três anos atrás, ressuscitou na edição desta semana da revista “Nature”, com a divulgação de novos resultados obtidos próximos à Antártica por uma equipe do Instituto Alfred Wegener para Pesquisa Polar e Marinha (AWI). Se um programa global for implantado — e bem-sucedido — como o da associação alemã, a fertilização dos oceanos poderá enxugar da atmosfera cerca de 1 gigatonelada de carbono por ano, o equivalente a 10% das emissões de gases-estufa.
Geoengenharia cultiva plâncton no Atlântico para aumentar absorção de CO2
O sulfato de ferro serve de alimento para fitoplânctons, base da cadeia alimentar nos oceanos. Estes organismos microscópicos capturam CO2 para o fundo do mar e, assim, contribuem para amenizar o aquecimento global. Há, no entanto, regiões no oceano em que a quantidade de ferro é insuficiente, o que dificulta o crescimento do plâncton. Um destes pontos foi o eleito pela equipe do AWI.
— A Corrente Circumpolar Antártica (CCA), apesar de muito rica em nutrientes, tem produtividade baixa de plânctons, porque o elemento essencial para toda a vida, o ferro, está faltando — explica o pesquisador-chefe da expedição, Victor Smetacek. — Selecionamos um redemoinho fechado de 60 quilômetros de comprimento e 4 quilômetros de profundidade dentro da corrente para realizar o Eifex, como batizamos nosso experimento.
Em 2009, um experimento da mesma equipe no Atlântico Sul foi frustrado porque as algas, antes mesmo de crescerem, foram engolidas por pequenos crustáceos. Dessa vez, elas conseguiram desenvolver um reservatório, que impedia o uso daqueles organismos como pastagem.
Além da CCA, outras regiões como o Pacífico Norte e o Oceano Equatorial sofrem com a mesma limitação de ferro. No entanto, segundo Smetacek, a fertilização do oceano com a substância teria um efeito maior sobre a captura de CO2 na atmosfera no Oceano Antártico, onde o problema é maior.
A fertilização dos oceanos é uma das teorias mais conhecidas da geoengenharia, um conjunto de técnicas para mitigar o aquecimento global, como o desenvolvimento de escudos espaciais para refletir a l

Até amanhã,amig@s!
 
Fonte: O Globo

Londres dá exemplo de austeridade e sustentabilidade


Mais de 4 bilhões de pessoas devem acompanhar hoje (27) a cerimônia oficial de abertura das Olimpíadas de Londres a partir das 20h de Londres (16h em Brasília) que contará com um espetáculo, mantido em segredo, e o desfile das delegações dos 192 países e 13 territórios. A solenidade será no Estádio Olímpico, um dos locais especialmente preparados para o maior evento esportivo do mundo.
Às vésperas da abertura das Olimpíadas, o governo do Reino Unido foi informado que a produção de riquezas do país caiu 0,7% entre abril e junho. Foi o terceiro trimestre consecutivo de queda no Produto Interno Bruto (PIB), acentuando ainda mais a percepção de que a crise se agrava no país.
O orçamento de Londres praticamente triplicou desde que a cidade foi escolhida para sediar os Jogos Olímpicos, em 2005. Mas em meio à crise econômica internacional, os responsáveis pelas obras se adaptaram aos novos apertos no orçamento e entregaram todas as instalações nos prazos previstos e pelo valor equivalente a 30 bilhões de reais, abaixo do que foi posteriormente negociado.
Apelidados de Jogos da Austeridade em meio ao contexto econômico de crise internacional, as Olimpíadas de Londres vão deixar um legado avaliado entre 10 e 13 bilhões de libras, valor que varia de R$ 31 a R$ 41 bilhões. Parte dos investimentos contribuiu para reabilitar a região leste da capital, que ganhou um parque olímpico novinho e que trouxe melhorias na rede de transporte, infraestrutura, comércio e moradia.
Londres deixa um exemplo ao conjugar rigor orçamentário com sustentabilidade pois a cidade foi escolhida também pelo projeto que privilegiou aspectos de respeito ambiental. Foram feitas obras que serão parcialmente desmontadas e reaproveitadas em outros locais, como a arena de basquete, que será totalmente desfeita e as arquibancadas para 12 mil pessoas deslocadas para o autódromo de Silverstone e outros locais.
O próprio Estádio Olímpico, maior palco dos Jogos, foi construído com 80 mil lugares, mas apenas 25 mil são permanentes. O futuro proprietário do local decidirá o destino das arquibancadas moduláveis.
Apesar da tensão, as autoridades britânicas se esforçaram para manter o clima de festa e receptividade a turistas que estão em Londres. Em Londres, há bandeiras do Reino Unido e de vários países estendidas nas árvores, além dos cinco anéis que simbolizam os Jogos Olímpicos.
Os organizadores enfrentaram muitos problemas na reta final, como a ameaça de greve de agentes da imigração, em busca de uma remuneração extra pela sobrecarga de trabalho, assim como taxistas que protestam contra o uso exclusivo de uma faixa nas ruas só para atletas e dirigentes olímpicos, e até a convocação de última hora de 1,2 mil militares para garantir a segurança.
Os militares foram convocados depois que a empresa contratada para o serviço anunciou que não tinha como garantir todos os agentes, inicialmente, destinados ao evento. A rede de transporte para o as regiões da cidade como o Parque Olímpico está saturada. Mas autoridades pedem paciência para a população e os turistas já que não há muito o que fazer.
É a terceira vez que Londres sedia o maior evento esportivo do planeta, após ter organizado o evento em 1908 e 1948. A expectativa é atrair, nos próximos 17 dias, mais de 1 milhão de visitantes de várias partes do mundo. As estimativas das autoridades são as de que a receita com o turismo chegue a 1 bilhão de libras (cerca de R$ 3,16 bilhões), nas duas semanas do evento.

 Até amanhã,amig@s!
 
*Com informações da emissora pública de rádio, RFI.
Fonte: Agência Brasil

Número recorde de baleias-francas é visto no litoral de Santa Catarina


Um número recorde de baleias-francas foi visto nesta quinta (26) e sexta-feira (27)  no litoral catarinense. Foram 103, de acordo com os monitoramentos feitos pelo Projeto Baleia Franca divulgados na tarde desta sexta (27).
Na primeira parte do sobrevoo, feito na quinta (26) foram vistos 62 animais entre Imbituba, no sul catarinense, e Torres, no Rio Grande do Sul. Na segunda parte, realizada na sexta (27), entre Imbituba e Lagoinha do Leste, em Florianópolis, foram observadas mais 41 baleias. Do total dos dois dias, 32 eram filhotes, muito deles bem pequenos, podendo ter nascido há poucos dias.
Desde julho de 2002, quando o primeiro monitoramento por voo foi realizado,  este é o ano em que mais baleias foram avistadas. O recorde anterior pertecia a 2009, quando foram vistos 61 animais. Alguns desses mamíferos, que estiveram no litoral catarinense há três anos, retornaram para procriar, já que o ciclo reprodutivo da espécie é trianual, segundo o Projeto Baleia Franca.
Também foi localizado um filhote albino, ocorrência rara na espécie devido à baixa probabilidade de combinação genética necessária para essa característica. “O resultado deste sobrevoo pode ser um reflexo do crescimento populacional da espécie e é uma recompensa por nossos esforços de conservação e pesquisa do Projeto Baleia Franca”, comemora Karina Groch, diretora de pesquisa da entidade.

 Até amanhã, amig@s!
 
Fonte: G1

Suspensão para portaria anti-indígena


O que é feito às pressas e às escuras é no mínimo questionável, e corre o risco de sofrer as devidas consequências. Foi o caso da duvidosa portaria 303/2012 publicada pela Advocacia-Geral da União (AGU) no último dia 17. Depois de uma série de críticas de organizações socioambientais, indigenistas e de direitos humanos, além do próprio órgão federal responsável, a Fundação Nacional do Índio (Funai), não demorou mais de uma semana para ogoverno anunciar a suspensão da norma.

 Parte da obra da hidrelétrica de Belo Monte, um dos controversos projetos do governo que burlam os direitos indígenas na Amazônia. (© Marizilda Cruppe / Greenpeace)

A suspensão se deve ao fato de que a portaria, que permite intervenções do poder público em Terras Indígenas sem a necessidade de consulta aos povos ou à Funai, vai contra a Constituição Federal e outros acordos internacionais assinados pelo Brasil. A Carta Magna e demais tratados obrigam a consulta às populações indígenas em quaisquer situações que as afetem.
Ignorando tais acordos e a lei brasileira, a AGU não teve outra alternativa que não recuar em sua precipitada e audaciosa decisão. Após a publicação, no Diário Oficial de hoje, do ato que suspende a portaria, deverão ser realizadas audiências públicas para consulta sobre as novas regras em um prazo de até 60 dias.
A decisão foi tomada numa reunião entre representantes da Funai, da Secretaria Geral da Presidência da República, do Ministério da Justiça e da Advocacia Geral da União, entre outros. Apesar dos esforços, porém, o adiamento não garante que o direito dos povos indígenas seja respeitado. Forças contrárias à preservação do meio ambiente e favoráveis aos grandes empreendimentos que destroem a floresta apoiam a decisão da AGU.
A Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA), representante dos interesses de grandes proprietários ruralistas, por exemplo, comemorou a publicação da portaria. Já o Ministério Público Federal está atuando para derrubar os efeitos da mesma.

Até amanhã,amig@s!
 
Fonte: Greenpeace

Orangotango é isolada do público para parar de fumar na Indonésia


A orangotango Tori foi transferida para uma ilha isolada no zoológico Taru Juru, na Indonésia, como último recurso para ela parar de fumar, relata o “Jakarta Globe” citando informação desta quinta-feira (26) de funcionários do local.
A transferência ia acontecer em agosto e foi antecipada.
Tori, de 15 anos, aprendeu a fumar ao imitar os visitantes do zoológico, que jogavam as bitucas de cigarro dentro do local onde ela ficava.
A publicação conta que o animal coloca dois dedos na frente da boca quando quer fumar e fica bravo se ninguém está com um cigarro disponível no momento.

Até amanhã,amig@s!
 
Fonte: G1

Biodiversidade cai em metade das florestas tropicais, aponta estudo


Metade das áreas protegidas de florestas tropicais do mundo está sofrendo um declínio na biodiversidade, segundo uma análise feita em 60 reservas e publicada na edição desta semana da revista “Nature”.
Para avaliar como esses locais estão funcionando, o pesquisador William Laurance e outros autores estudaram um grande conjunto de dados sobre as mudanças ocorridas ao longo dos últimos 20 a 30 anos.
A avaliação revela uma grande variação no estado dessas reservas, e 50% vivenciam perdas substanciais na variedade de animais e plantas. Perturbação do habitat natural, caça e exploração das florestas são os maiores fatores para esse declínio.
As reservas tropicais representam um último refúgio para espécies ameaçadas e processos naturais dos ecossistemas, em uma época que cresce a preocupação quanto ao impacto do homem sobre o crescimento da biodiversidade.
O estudo indica que, muitas vezes, áreas protegidas estão ecologicamente ligadas aos habitats ao redor, razão pela qual o destino delas é determinado por mudanças ambientais internas e externas.
Portanto, os pesquisadores afirmam que os esforços para manter a biodiversidade não devem se limitar a reduzir os problemas dentro das reservas, mas promover mudanças também fora dessas áreas.

Até amanhã,amig@s!
 
Fonte: G1